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O cálculo do reajuste tarifário da energia elétrica é feito pela própria Aneel. Conforme previsto nos contratos de concessão das distribuidoras, este cálculo é dividido em duas partes: a Parcela A, que se refere aos custos de compra e transporte de energia e encargos setoriais; e a Parcela B, baseado na variação do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) e Índice Nacional de Preços Ao Consumidor Amplo (IPCA) nos últimos 12 meses.
Os consumidores pagam um valor correspondente a quantidade de energia elétrica consumida, no mês anterior, estabelecida em kWh (quilowatt-hora) multiplicada por um valor unitário, denominado tarifa, medida em reais por quilowatt-hora, que corresponde ao preço de um quilowatt consumido em uma hora.
No mesmo encontro, também serão definidos os aumentos das tarifas pagas pelas residências e indústrias. Ano passado, o aumento foi de 9,7% para os moradores de residência e 10,27 % para os industriais.
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O novo aumento da taxa da Caern deverá ser aprovado pela Arsban até o final deste mês. A nova tarifa entra em vigor 60 dias após a aprovação. A companhia solicitou o aumento desde o dia 14 de março e sua intenção é que a tarifa aumente 5,04%.
Fonte: nominuto.com


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