Acredito na realização de sonhos,
aliás, passamos a vida em busca de concretiza-los. Organizar um evento é sempre
um sonho. Portanto partiremos hoje num passeio pelo sedutor mundo das festas,
iniciando pelo começo de tudo.
A lista de convidados é o
primeiro passo para o sucesso de uma festa. Afinal o número de pessoas ajudará
a determinar o tamanho e o estilo da festa. Cuidado! Essa etapa exige discernimento e
muita paciência. Na organização de qualquer que seja o evento, há muitos
momentos delicados e de difícil decisão. Entre eles destaca-se a elaboração da
lista de convidados. Não importa o tamanho da lista, alguém sempre precisa ser inserido
ou excluído.
Pensando nisso, antes de definir o
tamanho da festa, leve em conta a quantidade de familiares dos envolvidos. Ter bom
senso é a melhor opção para definir quem entra e quem sai da lista. Um bom
caminho é priorizar as pessoas que de alguma forma fazem parte da vida dos
personagens principais. Sejam eles, anfitriões ou homenageados. Assim, a festa
torna-se mais calorosa. Caso passe do número de que deseja é hora de fazer os
cortes, gostando ou não, é necessário impor algumas regras e estabelecer alguns
limites. Principalmente se a festa tiver algum problema de ordem orçamentária
ou de espaço para abrigar os convidados. Caso contrário, faça a lista
priorizando os familiares, em seguida os amigos, de maneira que a lista
elaborada não crie situações desagradáveis aos convidados. Como por exemplo: O
atendimento. Por que quase sempre uma festa com grande número de convidados os
serviços de Buffet e garçons deixam a
desejar.
Concluindo a lista, enviam-se os
convites. O ideal é entregar o convite uns vinte dias antes da festa. Não custa
pedir confirmação, pois todo o projeto da festa incluindo a estrutura, comidas
e bebidas, depende da quantidade de pessoas.
Portanto, não subestime a
capacidade de compreensão das pessoas. Todos sabem que em um momento especial a
lista de convidados é sempre limitada. Não podemos compartilhar com todo mundo,
todos os momentos de nossa existência.
Jaqueline de Góis

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