O Governo do
Estado recorrerá da decisão publicada nesta quarta-feira (30) no site do
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, onde a juíza convocada Sulamita
Pacheco reconhece a legalidade da paralisação dos servidores e professores da
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern).
Segundo o
Consultor-Geral do Estado, José Marcelo Ferreira Costa, a decisão divulgada
liminarmente será analisada pelo Governo, já que, apesar da greve ser
considerada legal, existem algumas implicações que devem ser avaliadas, como o
fato de garantir um percentual mínimo das atividades para a população, por
exemplo.
O processo nº
2012.007272-3 – que requer a suspensão imediata da greve e retorno imediato ao
trabalho de todos os servidores e professores da UERN – foi ajuizada na última
sexta-feira (25) pelo Governo do Estado.
O Governo do
RN, por meio da governadora Rosalba Ciarlini, buscou o diálogo e procurou a
negociação para encaminhar o Projeto de Lei ao Parlamento condicionado à
observância do limite prudencial previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal,
mas as propostas foram rejeitadas já que os professores e servidores somente
aceitam o pagamento retroativo ao mês de abril de 2012. Assim, coube ao Estado judicializar o assunto
para tentar garantir que os alunos da UERN não sejam penalizados com a
paralisação.
O Estado do Rio
Grande do Norte se encontra acima do limite prudencial instituído pela Lei de Responsabilidade
Fiscal (LRF) e, dessa forma, a distribuição do reajuste possibilitaria a
concessão dos aumentos aos servidores.
Assessoria de
Comunicação do Governo do Estado do Rio Grande do Norte

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