A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou parecer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) defendendo que o contraventor Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, permaneça na prisão.
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| Carlos Cachoeira |
Apontado pela Polícia Federal (PF) como o chefe da máfia de caça-níqueis em Goiás e centro de um esquema de corrupção investigado em CPI recém-instalada, Cachoeira foi preso durante operação deflagrada pela PF em 29 de fevereiro. O bicheiro chegou a ficar no presídio federal de Mossoró (RN), mas foi transferido no dia 18 de abril para Brasília após decisão da Justiça.
O parecer, encaminhado ao STJ na última sexta-feira, será analisado pela Quinta Turma, que julga habeas corpus pleiteado pela defesa de Cachoeira. O caso chegou à corte porque o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), com sede em Brasília, negou liberdade a ele. Não há prazo para o julgamento.
No documento, o subprocurador-geral da República, Paulo da Rocha Campos, afirma que é "imperiosa" a manutenção do contraventor na prisão, já que exerce função de chefia na organização criminosa, e que, solto, ele pode voltar a praticar crimes. Ele defende, inclusive, que Cachoeira retorne a um presídio federal de segurança máxima "como forma de neutralizar ou, ao menos, enfraquecer seu poder de articulação e penetração que sabidamente exerce na sociedade".
Fonte: Veja

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