Por Carlos Santos
Segundo versão divulgada por um site de Natal, a partir de relato de um amigo do jovem Porcino
Segundo, “Popó”, sequestrado à madrugada de ontem (17) em Ceará-mirim, três
homens teriam participado diretamente do crime.
“Até que enfim a gente pegou. Ô coisa
difícil!” teria exclamado um dos bandidos logo que imobilizou Popó,
filho do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa, de Mossoró).
O detalhe foi narrado por um funcionário
do Grupo Porcino Costa, tratador de cavalos, que estava com Popó e foi
sequestrado também, mas largado nas proximidades da cidade de Santa
Maria.
Aílson Júnior, amigo do sequestrado, passou algumas informações até então desconhecidas, sobre o sequestro.
Os fatos
Segundo Aílson Júnior, ele tinha acabado
de correr na Vaquejada de Ceará Mirim, onde Porcino Segundo também
atuara. Aílson Júnior decidiu dormir em Natal; o rapaz que está
desaparecido optou por continuar no próprio parque de vaquejadas, em
caminhão de apoio, pois logo cedo – às 8h – queria acompanhar o restante
da disputa.
Às 7h, Aílson Júnior recebe o telefonema
de um tratador vizinho – dizendo que os cavalos, seu e do jovem que
foi sequestrado, estavam soltos. Popó e o tratador teriam sumido. Pouco
tempo depois, um dos sequestrados apareceu. Era o tratador de cavalos
que estava com Popó.
Ele narrou que três homens, armados, num
carro preto, tinham abordado eles no caminhão de apoio. Algemaram o
rapaz e um deles teria chegado a ponto de manifestar que o crime vinha
sendo premeditado há tempos: “Até que enfim a gente pegou. Ô coisa
difícil!”
O mesmo tratador disse, ainda, que um dos marginais perguntou de quem era o carro branco (que pertence a Aílson Júnior).
- É de amigos de Mossoró – teria respondido Popó.
O tratador levado com Popó foi solto num
matagal próximo à cidade de Santa Maria (localizada às margens da
BR-304) e por três horas andou até chegar à estrada, de onde partiu para
o parque de vaquejadas.

Nenhum comentário:
Postar um comentário